O Rouxinol vai virar filme....



Quando se vê boas noticias tem-se que repassar, certo?

Seguindo essa premissa venho comunicar de forma muito contente que a Editora Arqueiro comunicou em suas redes sociais que o livro “O rouxinol” de Kristin Hannah será adaptado aos cinemas! Surtando de alegria!!!

O melhor de tudo é que já tem até data de estréia! 10/08/2018, ta um pouquinho longe, mas já da pra fazer a contagem regressiva e ficar surtando a cada novidade, que claro divulgarei aqui conforme forem surgindo...

Já to imaginando elenco, cenários, diálogos e mais ainda euzinha chorando litros na pré estréia.
Pra quem ainda não conhece, vou deixar a sinopse:



Sinopse: França, 1939: No pequeno vilarejo de Carriveau, Vianne Mauriac se despede do marido, que ruma para o fronte. Ela não acredita que os nazistas invadirão o país, mas logo chegam hordas de soldados em marcha, caravanas de caminhões e tanques, aviões que escurecem os céus e despejam bombas sobre inocentes.
Quando o país é tomado, um oficial das tropas de Hitler requisita a casa de Vianne, e ela e a filha são forçadas a conviver com o inimigo ou perder tudo. De repente, todos os seus movimentos passam a ser vigiados e Vianne é obrigada a fazer escolhas impossíveis, uma após a outra, e colaborar com os invasores para manter sua família viva.
Isabelle, irmã de Vianne, é uma garota contestadora que leva a vida com o furor e a paixão típicos da juventude. Enquanto milhares de parisienses fogem dos terrores da guerra, ela se apaixona por um guerrilheiro e decide se juntar à Resistência, arriscando a vida para salvar os outros e libertar seu país.
Seguindo a trajetória dessas duas grandes mulheres e revelando um lado esquecido da História, O rouxinol é uma narrativa sensível que celebra o espírito humano e a força das mulheres que travaram batalhas diárias longe do fronte.
Separadas pelas circunstâncias, divergentes em seus ideais e distanciadas por suas experiências, as duas irmãs têm um tortuoso destino em comum: proteger aqueles que amam em meio à devastação da guerra – e talvez pagar um preço inimaginável por seus atos de heroísmo.


E claro o livro já foi resenhado aqui no blog, clique e seja redirecionado a resenha.

Segue a imagem com todos os livros da autora já lançados pela Editora Arqueiro.


 Sou suspeita para falar dos romances de Kristin, pois para mim ela é uma das autoras queridinhas e estou extremamente contente em ver uma de suas tramas chegando as telonas.

Resenha Dois a dois




Dois a dois
Nicholas Sparks
Arqueiro, 2017

Sinopse: Com uma carreira bem-sucedida, uma linda esposa e uma adorável filha de 6 anos, Russell Green tem uma vida de dar inveja. Ele está tão certo de que essa paz reinará para sempre que não percebe quando a situação começa a sair dos trilhos.
Em questão de meses, Russ perde o emprego e a confiança da esposa, que se afasta dele e se vê obrigada a voltar a trabalhar. Precisando lutar para se adaptar a uma nova realidade, ele se desdobra para cuidar da filhinha, London, e começa a reinventar a vida profissional e afetiva – e a se abrir para antigas e novas emoções.
Lançando-se nesse universo desconhecido, Russ embarca com London numa jornada ao mesmo tempo assustadora e gratificante, que testará suas habilidades e seu equilíbrio emocional além do que ele poderia ter imaginado.
Em Dois a dois, Nicholas Sparks conta a história de um homem que precisa se redescobrir e buscar qualidades que nem desconfiava possuir para lutar pelo que é mais importante na vida: aqueles que amamos.
O quanto sua vida pode mudar em um ano?

Russ sempre foi um homem bem sucedido, trabalhando em uma importante firma, tendo a bela esposa e a graciosa filha, completando com a casa ao melhor estilo comercial de margarina, mas quando ele decide abrir sua própria empresa tudo sai dos trilhos, como dinheiro não da em arvore, Vivian, a esposa do lar, teve que retornar ao mercadod e trabalho e os papeis se inverteram.

Enquanto Vivian vai trabalhar é Russ que tem que lidar com a filha London, uma menina extremamente meiga, perceptiva e cheia de tarefas e compromissos, o que faz com que ele se veja numa situação complicada para gerir a agenda da menina e sua própria carreira.  


“Dois a dois, pensei enquanto descia a escada. London e eu, pai e filha, ambos fazendo o melhor que podíamos.” p. 116


Conforme os meses e as situações passam não só Russ mudou, mas Vivian também e eu claro que já antipatizei com ela, realmente ela é uma verdadeira narcisista sem real comprometimento nem com a filha nem com o marido, parece que ela estava com vontade de brincar de casinha.

Eu quando leio um livro em minha mente sempre imagino uma voz diferente para cada personagem e na minha história Russ começa como aquele de voz suave, baixa, amedrontada, ele é feito de capacho minha gente, a relação que ele estabelece com Vivian é tão superficial que não sei como se sustentou por tanto tempo. Conforme ele vai evoluindo como pai, como profissional, como pessoa eu passei a imaginá-lo com outra voz, mais imponente, mais forte, mais decidida.

O Russ do começo do livro e do final não são iguais, acho interessante quanto o personagem passa por esse processo de amadurecimento. É interessante que para melhorarmos como pessoa precisamos de um choque tão profundo como o temível “fundo do poço”.


“Lembre você não é suas emoções [...] você está triste, mas não é uma pessoa triste, e também não vai ficar triste para sempre [...].” p. 251


Saindo do aspecto romântico da trama, o foco de Sparks nesse livro em especial foi explorar a questão paternal. Afinal, o que é ser pai? Qual o papel do pai na vida da criança e qual o papel da criança na vida do pai. Foi emocionante ler e sentir o estreitamento dos laços entre London e Russ, eles por meio de algo ruim tiveram a oportunidade de se conhecerem verdadeiramente.


“Meu amor por London jamais estivera em questão. O que eu agora ompreendia era que também gostava dela, não só como minha filha, mas como a menina que só pouco tempo antes passara a conhecer.” p. 190


Em se tratando de Sparks já espere choro, é natural, ele sempre sabe valer-se da emoção para criar enredos únicos e decisivos para seus personagens e para as emoções de seus leitores. Encontros, desencontros, surpresas, emoções, risos e choros, isso e muito mais são verdadeiros ingredientes para a trama.

Confesso que já estava apaixonada pela capa, mas depois que li o livro e entendi a proposta da capa para a história ela se tornou uma das mais queridinhas da minha estante, como sempre uma composição perfeita.


“Lembra do que eu te falei sobre amizade? É alguém entrar na sua vida e dizer ‘Estou do seu lado’, e depois provar.” p. 421


Sparks teve a sensibilidade de trazer para seu livro um tema atual e problematizá-lo a fundo, sem perder a delicadeza de explorar a relação entre pai e filha. O autor não perde a linha ao trabalhar os demais temas abordados no livro como as novas possibilidades familiares ou de mostrar o pior lado do ser humano, mas não se pode deixar de lado aquela mensagem importante, clichê e verdadeira que mesmo nos momentos mais ruins as coisas podem melhorar. Mais um romance delicia que vai par a lista dos favoritos.

Ela lança, eu quero... vem ai Minha vida não tão perfeita



Sophie Kinsella, saudades amiga, esta com um novo livro pela Editora Record e eu não podia deixar de divulgar, é muito amor! Se eu quero? Pra ontem!!!!!!!!!


Sinopse: "Cat Brenner tem uma vida perfeita: mora num flat em Londres, tem um emprego glamoroso e um perfil supercool no Instagram. Ah, ok... Não é bem assim... Seu flat tem um quarto minúsculo – sem espaço nem para guarda-roupa –, seu trabalho numa agência de publicidade é burocrático e chato, e a vida que compartilha no Instagram não reflete exatamente a realidade. E seu nome verdadeiro nem é Cat, é Katie. Mas um dia seus sonhos se tornarão realidade. Bom, é nisso que ela acredita até que, de repente, sua vida (não tão) perfeita desmorona. Demeter, sua chefe bem-sucedida, a demite. Tudo o que Katie sempre sonhou vai por água abaixo, e ela resolve dar um tempo na casa da família, em Somerset. Em sua cidadezinha natal, ela decide ajudar o pai e a madrasta com a nova empreitada do casal: os dois planejam transformar a fazenda da família em um glamping, uma espécie de camping de luxo e estão muito empolgados com o novo negócio, mas não sabem muito bem por onde começar. E não é justamente lá que o destino coloca Katie e sua ex-chefe cara a cara de novo? Demeter e a família vão passar as férias no glamping, e Katie tem a chance de, enfim, colocar aquela megera no seu devido lugar. Mas será que ela deve mesmo se vingar da mulher que arruinou sua vida? Ou apenas tentar recuperar seu emprego? Demeter – a executiva que tem tudo a seus pés – possui mesmo uma vida perfeita ou, quem sabe, as duas têm mais em comum do que imaginam? Porque, pensando bem, o que há de errado em ter uma vida (não tão) perfeita?"

O livro esta em pré venda, com data de lançamento oficial para 31/05 é mais um livro que vai para a listinha de preciso URGENTEMENTE comprar, afinal livro da Sophie sempre é uma dose de ânimo!

Pré venda:

E eu assisti... A cabana



Demorou, mas finalmente fui ao cinema ver o filme A cabana, produzido pelo estúdio Paris filmes e dirigido por Stuart Hazeldine, o longa adaptado do livro de William P. Young  conta a história de Mack, um homem que vive atormentado pela culpa e raiva após o desaparecimento e morte da filha caçula, Missy de apenas 5 anos. A perda de Missy o devastou e deixou marcas na família toda.

Descrente de Deus e de tudo mais, Mack recebe um convite, uma carta deixada em sua caixa de correio para se encontrar com “Papai”, apelido que sua esposa Nan usa para designar Deus. O local escolhido não poderia ser mais doloroso para Mack quanto a cabana, a cabana em que confirmou-se a morte de Missy.
Atormentado e com sede de vingança Mack parte para o encontro e “dá de cara” com ninguém menos que Deus, Jesus e o Espírito Santo, aqui protagonizados por uma mulher (Octavia Spencer), um carpinteiro (Avraham Aviv Alush) e uma oriental (Sumire Matsubara). Cada um deles tem algo a ensiná-lo sobre fé, perdão e amor.
 
Assim como Mack, em muitas vezes nos distanciamos de Deus por nos consideramos injustiçados e por não entendermos os desígnios do Senhor ou o porquê de nossas provações, criamos dentro de nós um sentimento de traição e mágoa que nos corrompe, traz a Grande Tristeza como o filme trata e em uma linguagem sensível e condensada “A cabana” nos faz o resgate da fé.

Tratando de temas particularmente difíceis e dolorosos, o filme não tem apelo religioso, ele tem um apelo de fé, de entendimento, de busca pela compreensão. De forma bem leve e descontraída, incluindo a desconstrução de Deus, o filme explica o regimento da fé e qual a importância da crença na vida humana.


Cheio de momentos emocionantes e consequentemente de lágrimas, A cabana foi um filme que me despertou emoções, me fez parar e pensar em minhas atitudes, julgamentos e por que não falar também na minha própria briga com Deus e com a fé, todos temos nossos momentos de frustração e dor, mas é importante estar aberto para curar essa dor e não deixar que ela te sugue.


 Claro que nem sempre é fácil encontrar resiliência e entendimento quando estamos em sofrimento, mas como em todo o momento o filme passa a mensagem, você não esta sozinho em sua dor, nem em sua alegria, nem em seus momentos de maior desespero, sempre há um Deus de bondade e amor ao seu lado, sofrendo e se alegrando contigo.

 

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