“A vida tem um jeito todo
especial de conseguir o que quer quando realmente sabe o que quer.”
Você
já imaginou como seria a sua vida se ela fosse uma pessoa? Alta, baixa? Homem,
mulher? Qual a aparência física dessa Vida?
É
com essa situação que Lucy Silchester está lidando e sua Vida é um homenzinho
bem ranzinza, de aparência e modos um tanto quanto desagradáveis e que não tem
receio de pesar o clima jogando verdades pelos ares, mas afinal como a Vida
dela pode ser assim? Qual a razão quando a própria Lucy tem uma vida perfeita,
morando em um apartamento maravilhoso, tendo bons amigos e um ótimo
relacionamento familiar, o emprego dos sonhos e sendo a femme fatale que
terminou um relacionamento e deixou um homem arrasado... ou quase isso, ou
melhor, nada disso é verdade.
Quando
Lucy precisa embarcar em uma jornada de descobrimento, de viver verdadeiramente
a sua Vida, amadurecendo e encarando
as verdades duras, mas necessárias, os problemas do dia a dia e evoluindo
capitulo a capitulo, nós (como leitores) também somos convidados a fazer uma
reflexão sobre a vida que vivemos e como vivemos.
“Meu encontro com a vida” não
é daqueles livros pra ler numa “sentada só”, de varar a madrugada lendo, isso
porque ele merece ser saboreado palavra a palavra, capitulo a capitulo,
refletindo sobre questões da nossa própria construção como ser humano. Viver é
um desafio constante e por muitas vezes nós acabamos sendo um pouco como a
Lucy: tentando tampar o sol com a peneira, florear em algumas situações e às
vezes, mesmo que criando justificativas, omitir fatos e opiniões.
Gostei
muito de terminar esse livro no final de 2025, pois faz com que a reflexão
acompanhe o processo de olhar para o ano que termina com a expectativa do ano
que se iniciará e como viver os próximos 365 dias. Em muitos momentos da
leitura me peguei respirando fundo e percebendo que eu sou um pouco Lucy em
muitas circunstâncias do dia a dia, mesmo sem querer aceitar e acredito que
todos que lerem esse livro se identificarão um pouco com ela, justamente por
essa semelhança na caracterização dessa personagem real.
A
personificação da Vida como alguém alheio, outra pessoa também é uma jogada interessante
na construção tanto da história quanto da reflexão que a autora propõe para seu
leitor e para a própria Lucy, num primeiro momento é um impacto muito grande
imaginar a vida como algo ou alguém alheio, mas depois é intrigante ver como
realmente seria uma vida se fosse algo a parte de nós. Todos nós queremos uma
vida bonita, mas quanto realmente edificamos essa vida bonita? Essa é a
reflexão que Cecelia nos deixa, que faz com que busquemos melhorar, pois nós
temos uma vida, uma que não nos abandona, então não podemos abandoná-la também!
Ah,
para! Vai dizer que você nunca quis usar essa icônica frase em algum momento? Me
deixa brilhar (risos).
Primeiramente,
como é bom estar por aqui novamente! Uau! Quantos anos!!! Muita coisa mudou...
em mim, no mundo dos livros e dos blogs, aliás, agora é a vez dos instabooks,
né? Mas eu adoro ser vintage!
Em
segundo lugar, eu nem sei se esse é um real retorno, um surto individual ou
apenas uma nostalgia... eu nem mesmo sei se alguém vai ler isso e quer saber? Tá
tudo bem, eu tive vontade, animo e disposição pra sentar e escrever e quem
diria que quem me faria retornar a esse mundo seria ela... Colleen Hoover, sigo
chocada até agora. Vamos contextualizar, eu nunca fui hater, mas também nunca
fui fã de carteirinha dela e a duplinha “É assim que acaba” e “É assim que
começa” nunca havia me chamado a atenção, nem mesmo no frisson do seus respectivos
lançamentos, nem mesmo com a divulgação do filme adaptado do primeiro livro,
porém é aquela velha história “mente vazia, oficina da Amazon”, um belo dia
graças a uma bela promo... COMPREI! Vem ver as minhas considerações a respeito.
“Quinze segundos. Esse é o
tempo necessário para mudar completamente tudo o que você conhece sobre uma pessoa.
Quinze segundos.”
Já
vou deixar bem claro Lily Bloom é a personagem mais controversa que eu já li. Calma, antes de vocês me
xingarem eu quero dizer que esse foi o meu pensamento quando eu terminei o
livro e digamos que eu demorei muito para ler, entre idas e vindas, abandonos e
retornos foi mais de um mês, mas mesmo terminando o primeiro livro e lendo o
segundo em apenas um dia eu não consegui me desligar da Lily e comecei a vê-la
com outro olhar e talvez isso tenha me inspirado a escrever.
Lily
nasceu e foi criada em uma pequena comunidade dos Estados Unidos e residindo em
Boston ela enfrenta as demandas da vida adulta para cumprir o sonho de abrir
sua floricultura e ao mesmo tempo em que se apaixona pelo belo, rico e charmoso
cirurgião Ryle. Entender quem Lily foi na infância e adolescência nos ajuda a
entender quem é ela na vida adulta e o livro traz esse passado por meio das
cartas/ diários que Lily escreve e por meio dessas cartas encontramos Atlas
Corrigan, o primeiro amor de Lily.
Voltando
para a temática central do livro, o destaque está na construção da relação Lily
e Ryle. Colleen é primorosa ao levar o leitor a se apaixonar por Ryle por meio
dos olhos de Lily, aquele encantamento entre a jovem inocente e o bonitão
inamorável que faria sucesso em qualquer comédia romântica, mas diferente dos
contos de fadas nem tudo nesse relacionamento é perfeito e o mesmo leitor que
se apaixona, sente raiva por Ryle na mesma proporção.
Não
é spoiler que o livro trata sobre a violência doméstica e confesso que talvez
esse tenha sido meu maior entrave com a Lily, eu não culpo a vitima em nenhuma hipótese
e sofri com ela por cada situação, mas eu não consegui não ter vontade de
mandar ela reagir a cada capitulo! Acho que é aquela coisa de quem tá de fora
julga, mas só quem passa sabe.
No
final do livro e depois de muito pensar, eu consegui compreender suas atitudes,
mas nem sempre apoiá-la, vale lembrar que sou apenas a leitora, sem lugar de
fala na situação dramatizada, mas tão real em nossa sociedade quanto a de Lily.
Eu
fiquei muito pensativa sobre o tema. O que leva uma pessoa a continuar em um
relacionamento abusivo. Questões financeiras? Falta de rede de apoio? Medo? Amor?
São várias perguntas que permearam a minha cabeça e que com certeza também vão
passar pela dos leitores.
Outro
ponto chave pra mim é a construção e caracterização do Ryle, muitas vezes
estereotipamos a as pessoas por conta de suas características, classes ou
profissões e Colleen justamente derruba esse castelo de cartasao provar que todos podem ter um lado ruim,
mesmo com uma ótima aparência ou condição social. E não, eu não passo pano para
ele, inclusive ranço eterno!
Em
“É assim que começa” vemos o tocante reerguer de Lily, mas ao passo em que ela
se reergue também acompanhamos as consequências desse movimento nela própria,
em Atlas (que está cada vez mais presente no próprio presente da Lily e no
futuro) e Ryle (e eu continuo achando que ele merece um lugarzinho especial #).
Conhecer
um pouco mais de Atlas também foi importante, uma vez que os capítulos são
intercalados podemos conhecer mais de seus próprios problemas e seu amor por
Lily, uma vez que no primeiro livro eu vejo sua aparição mais como coadjuvante
do que protagonista exatamente pela construção do primeiro enredo. Atlas era o
cara que tinha tudo para dar errado, mas nadou contra a maré e se tornou cada vez
mais fiel aos seus pensamentos e ações, tornando-se um cara acima da média. (confesso
que achei ele até bonzinho demais, torci pra ele mostrar pro Ryle com quantos
paus se faz uma canoa) e falando no diabo, ops... personagem.
Não,
eu não morri de amores por Ryle no primeiro livro e com certeza não morri de
amores por ele na sequência, acho que ele ficaria lindo de laranja no melhor
estilo “the Orange is the new black”, eu
não acredito na sua mudança e apesar de entender o desenrolar da história e a
construção feita por Colleen, não consigo aceita-la de forma passiva.
Eu
confesso que sempre fiquei um pouco confusa na questão dos títulos dos livros e
a ordem de leitura, tipo “como é assim
que acaba é o primeiro?”, mas depois que li, compreendi e consigo até fazer
uma analogia com esse titulo... Lily tinha duas formas de acabar com a história
a qual estava presa, cada qual com sua consequência e a sua escolha realmente
acaba com a situação de uma forma. E acredite, ela teve sorte de poder terminar
a história como escolheu, por isso, não acredito em segundas chances com esse
assunto, uma vez basta. Em “É assim que começa” ela tem a oportunidade de
recomeço que muitas vitimas não tem.
Talvez
você me ache radical, mas para mim “uma vez agressor, sempre agressor” e talvez
esse seja o meu problema com o enredo como um todo e que me deixou de cabeça
tão quente, pra mim faltou a penalização do ato da agressão, confesso que sou
leiga em como esse assunto é tratado nos EUA, mas sim, eu senti a falta da criminalização
do ato, perdoar só não basta.
Trazendo
dados do nosso país, para finalizar, a cada 24 horas oito mulheres são vitimas
de violência doméstica, 68% da população feminina têm uma
amiga, familiar ou conhecida que já sofreu violência doméstica e o índice de
violência só sobe consideravelmente ano a ano. No país temos a lei de proteção “Maria
da Penha” e casos de violência podem ser denunciados ligando gratuitamente para
o número 180 (o serviço funciona sete dias por semana, 24 horas com denuncias anônimas)
ou em Delegacias de policias ou ponto de atendimento da Delegacia da mulher.
Depois de perder o pai e ficar sabendo que o irmão
Thomas foi ferido durante uma batalha nas colônias, Cecilia Harcourt tem duas
opções igualmente terríveis: se mudar para a casa de uma tia solteira ou se
casar com um primo vigarista. Então ela cruza o Atlântico, determinada a cuidar
de seu irmão pelo tempo que for necessário. Só que, após uma semana sem
conseguir localizá-lo, ela acaba encontrando seu melhor amigo, o lindo oficial
Edward Rokesby. Ele está inconsciente, precisando desesperadamente de cuidados,
e Cecilia promete salvar a vida desse soldado, mesmo que para permanecer ao
lado dele precise contar uma pequena mentira...
Eu disse a todos que era sua esposa
Quando Edward recobra a consciência, não entende
nada. A pancada na cabeça o fez esquecer tudo que aconteceu nos últimos três
meses, mas ele certamente se lembraria de ter se casado. Apesar de saber que
Cecilia Harcourt é irmã de Thomas, eles nunca foram apresentados. Mas, já que
todo mundo a trata como esposa dele, deve ser verdade.
Quem dera fosse verdade…
Cecilia coloca o próprio futuro em risco ao se
entregar completamente ao homem que ama. Mas quando a verdade vem à tona,
Edward talvez também tenha algumas surpresas para a nova Sra. Rokesby.
Eu estava apaixonada
por esse livro mesmo antes de ler! Eu adorei a capa, adorei a proposta da
história e confesso que já estava apaixonada por Edward mesmo antes de saber
mais obre ele.
Como capitão Rokesby,
Edward foi mandado para a guerra civil nos EUA, uma época de muitos conflitos e
muitos medos, seus únicos alentos eram o amigo Thomas e as cartas da irmã de
Thomas, Cecilia.
Cecília é uma jovem
determinada que encontrou nas cartas uma forma de estar ao lado do irmão, mesmo
com um oceano de distância e quando pequenos trechos começaram a chegar nas
cartas respostas numa letra diferente ela soube que só poderia se tratar de
Edward Rokesby amigo e oficial chefe de seu irmão. Em poucas palavras trocadas uma
intimidade foi criada e um carinho recíproco também.
Tudo se complica quando
de uma vez, Cecilia perde o pai repentinamente, recebe uma carta do exercito
avisando que seu irmão esta ferido e de quebra tem o primo avarento querendo
casar-se com ela, por isso, contra tudo e todos Cecilia parte para a América
para reencontrar o irmão. Mas obviamente as situações colocam-na cada vez mais
longe de Thomas e perto de Edward, que esta ferido e desacordado e para
protegê-lo ela assume a identidade de esposa.
Como da pra ter noção
as coisas vão se complicando cada vez mais e Cecilia se vê enredada por
mentiras e que se tornam grandes problemas quando Edward desperta e o casamento
de fachada se torna mais uma fachada para esconder sentimentos.
Apesar de amar todos os
livros de Julia fazia tempo que um romance dela não me dava borboletas no estômago
como “Marido de faz de conta”, eu me encantei pela força de Cecilia e pela bravura
de Edward, a forma como a autora criou química entre eles é tão mágica que é impossível
não suspirar de emoção.
Julia não escreve, ela
nos faz viver suas histórias, com todos os altos e baixos de seus personagens. Eu
senti a angustia de Cecilia, o medo de Edward de não se lembrar, senti raiva,
medo e também vi e senti como o amor dos dois foi nascendo e crescendo.
É clichê, mas tem
aquele ar de novo. É uma história simples se parar pra analisar, mas que
consegue extrair aquele sorriso bobo. É incrível como histórias simples
conseguem se tornar grandiosas com uma boa escrita, fato que Julia dá aula. Se eu
gostei? Não, não mesmo! Eu AMEI cada minuto em companhia de Cecilia e Edward e
fica um desafio para ver se o próximo irmão Rokesby consegue me arrebatar assim.
Oi gente bonita, o post
de hoje é mais que especial, é pra anunciar uma boa nova! Em março teremos
livro novo da diva Lucinda Riley, intitulado “A carta Secreta” que promete
conter muito suspense e adrenalina, sem perder o charme romântico e o fio histórico
condutor que como bem sabemos é marca registrada da autora.
Vamos matar a
curiosidade e conferir a sinopse?
Quando sir James
Harrison, um dos maiores atores de sua geração, morre aos 95 anos, deixa para
trás não apenas uma família arrasada, mas também um segredo que seria capaz de
abalar o governo britânico.
Joanna Haslam, uma
jovem e ambiciosa jornalista, é designada para cobrir o funeral, no qual estão
presentes algumas das maiores celebridades do mundo. Mas ela se depara com algo
sombrio além de todo aquele glamour: a menção a uma carta que James Harrison
deixou, cujo conteúdo algumas pessoas escondem há setenta anos a qualquer
custo.
Enquanto procura
retirar o véu de mentiras que encobre o segredo e dar o furo jornalístico do
século, Joanna percebe que forças poderosas tentam impedi-la de descobrir a
verdade. E elas não vão se deixar deter por nada para chegar à carta antes
dela.
Neste livro, Lucinda
Riley apresenta um suspense surpreendente, sem deixar de lado o romance e a
minuciosa reconstituição histórica que sempre encantam seus leitores.
Com mais de 15 milhões
de livros vendidos em todo o mundo, Lucinda Riley está na lista de autores mais
vendidos da Inglaterra, Estados Unidos, Itália, Noruega, Alemanha e Brasil.
“A carta secreta é um livro
multifacetado, escrito com o primor e a poderosa imaginação que já são marcas
registradas de Lucinda Riley. Um jogo de gato e rato no qual se cruzam mentiras
e histórias de amor, segredos e subterfúgios, dissimulação e perigo.” –
Lancashire Evening Post
Como já disse, o livro esta em
pré-venda na Amazon, com direito a um brinde lindo e exclusivo!
Joana, Emilia, Florian,
Alfred. Cada um de um país diferente. Cada um caçado e assombrado pela
tragédia, pelas mentiras e pela guerra. Enquanto milhares fogem do avanço do
exército soviético na costa da Prússia, os caminhos desses quatro jovens se
cruzam pouco antes de embarcarem em um navio que promete segurança e liberdade.
Mas nem sempre as promessas podem ser cumpridas...
Profundamente comovente,
O Sal das Lágrimas se baseia em um acontecimento real. O navio alemão Wilhelm
Gustloff foi afundado pelos russos no início de 1945, tirando a vida de mais de
9 mil refugiados civis, entre eles milhares de crianças. É o pior desastre
marítimo da história, com seis vezes mais mortos que o Titanic.
Ruta Sepetys, a
premiada autora de A Vida em Tons de Cinza, reconta brilhantemente essa
passagem por meio de personagens complexos e inesquecíveis.
Uma mulher que desafia
seu tempo.
Dr. Garret Gibson, a única
médica mulher na Inglaterra, é tão ousada e independente quanto qualquer homem
– por que não lidar com os próprios desejos como se fosse um? No entanto, ela
nunca ficou tentada a se envolver com alguém, até agora. Ethan Ransom, um
ex-detetive da Scotland Yard, é tão galante quanto secreto, e sua lealdade é um
verdadeiro mistério. Em uma noite emocionante, eles cedem a uma poderosa
atração mútua antes de se tornarem estranhos novamente.
Um homem que quebra todas as regras.
Ethan tem pouco
interesse pela alta sociedade, mas é cativado pela preciosa e bela Garrett.
Apesar da promessa de resistir um ao outro depois daquela noite sublime, ela
logo será atraída para sua tarefa mais perigosa. Quando a missão dá errado,
Garret usa toda a sua habilidade e coragem para se salvar. À medida que
enfrentam a ameaça de uma traição do governo, Ethan fica disposto a assumir
qualquer risco pelo amor da mulher mais extraordinária que já conheceu.
O ano letivo começou e
Greer MacDonald está se esforçando ao máximo para se adaptar ao colégio
interno onde ela entrou como bolsista. O problema é que a STAGS, além de ser a
escola mais antiga e tradicional da Inglaterra, é repleta de alunos ricos e
privilegiados – tudo o que Greer não é.
Para sua grande
surpresa, um dia Greer recebe um cartão misterioso com apenas três palavras:
“caça tiro pesca”. Trata-se de um convite para passar o feriado na propriedade
de Henry de Warlencourt, o garoto mais bonito e popular do colégio... e líder
dos medievais, o grupo de alunos que dita as regras.
Greer se junta ao clã
de Henry e a outros colegas escolhidos para o evento, mas esse conto de fadas
não vai terminar da maneira que ela imagina. À medida que os três esportes se
tornam mais sombrios e estranhos, Greer se dá conta de que os predadores estão
à espreita... e eles querem sangue.
Lina Vilkas é uma
lituana de 15 anos cheia de sonhos. Dotada de um incrível talento artístico,
ela se prepara para estudar artes na capital. No entanto, a noite de 14 de
junho de 1941 muda para sempre seus planos.
Por toda a região do
Báltico, a polícia secreta soviética está invadindo casas e deportando pessoas.
Junto com a mãe e o irmão de 10 anos, Lina é jogada num trem, em condições
desumanas, e levada para um gulag, na Sibéria.
Lá, os deportados
sofrem maus-tratos e trabalham arduamente para garantir uma ração ínfima de
pão. Nada mais lhes resta, exceto o apoio mútuo e a esperança. E é isso que faz
com que Lina insista em sua arte, usando seus desenhos para enviar mensagens
codificadas ao pai, preso pelos soviéticos.
Cinzas na neve conta a
história de um povo que perdeu tudo, menos a dignidade, a esperança e o amor.
Para construir os personagens de seu romance, Ruta Sepetys foi à Lituânia a fim
de ouvir o relato de sobreviventes dos gulags durante o reinado de horror de
Stalin.
PUBLICADO ORIGINALMENTE
COMO A VIDA EM TONS DE CINZA.