Link-me

Mostrando postagens com marcador filmes. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador filmes. Mostrar todas as postagens

quinta-feira, 7 de junho de 2018

O Sol também é uma Estrela vai virar filme!


Isso mesmo galera! E o mais legal é que já temos os protagonistas!!!

Nosso Daniel será O ator Charles Melton, conhecido por seu papel na série Riverdale, foi anunciado recentemente pela própria autora em sua conta no Instagram. Já Natasha esta com uma atriz escolhida desde fevereiro desse ano Yara Shahidi.
Nicola também dividiu alguns momentos dos bastidores das filmagens:


A sinopse do livro de sucesso de Yoon que será base para adaptação.

Natasha: Sou uma garota que acredita na ciência e nos fatos. Não acredito na sorte. Nem no destino. Muito menos em sonhos que nunca se tornarão realidade. Não sou o tipo de garota que se apaixona perdidamente por um garoto bonito que encontra numa rua movimentada de Nova York. Não quando minha família está a 12 horas de ser deportada para a Jamaica. Apaixonar-me por ele não pode ser a minha história.
Daniel: Sou um bom filho e um bom aluno. Sempre estive à altura das grandes expectativas dos meus pais. Nunca me permiti ser o poeta. Nem o sonhador. Mas, quando a vi, esqueci de tudo isso. Há alguma coisa em Natasha que me faz pensar que o destino tem algo extraordinário reservado para nós dois.
O Universo: Cada momento de nossas vidas nos trouxe a este instante único. Há um milhão de futuros diante de nós. Qual deles se tornará realidade?

Ah, o filme é uma produção da Warner Bros. e a estreia está prevista para maio de 2019, mas a gente já começa a contar nos dedos pra esse lançamento desde agora! Se prepara galera, vem filmão por ai!

sexta-feira, 14 de julho de 2017

[Eu assisti] Homem Aranha: de Volta ao Lar




Oi gente, vocês sabem que eu não sou muito de ver filmes ou falar deles por aqui, mas na última quarta-feira assisti “Homem aranha: de volta ao lar” e apesar de não ter ido naquele pique para gostar da trama fui surpreendida pelo enredo, a trama começa realmente oito anos antes, quando a batalha de Nova York já acabou e Toomes, o abutre,  vê seu mundo e do da sua família ruir quando Tony Stark assume  o serviço, 8 anos depois Toomes é o Abutre e seu mundo do crime pode ser desmascarado com a intrusão do Homem aranha em seu caminho.

Peter Parker parece ser normal, mas por trás da fachada nerd e classicamente atrapalhada de adolescente de 15 anos, ele é o Homem Aranha, aquele que tem tentado conseguir seu lugar ao lado dos Vingadores. 

Eu ri o filme todo! Gente, esse Homem Aranha é realmente o mais interessante de todas as franquias, a meu ver, mais próximo de sua origem em quadrinhos Peter é um adolescente com um ar de comum, irônico, o filme tem quase uma ponta cômica. O cinema todo, uma sala cheia riu junto, disse “uau” e “oh” nos mesmos momentos, mostrando assim que a trama toda foi elaborada para causar impacto nos momentos certos.

Sem o blá-blá-blá já conhecido de como o singelo garoto virou o herói a trama ganha mais movimento e uma sensação de continuidade, mesmo com as mudanças oriundas de uma “releitura” dos quadrinhos a ambientação do enredo foi muito interessante, foi contextualizada, mas sem perder a essência da coisa: como um jovem garoto de repente passa a ter que lidar não só com a rotina escolar e dos hormônios, mas ainda tentar impressionar nada mais nada menos que o Homem de Ferro em busca de seu lugar junto aos Vingadores.

Depois do filme, em um debate com o pessoal que foi assistir comigo conseguimos chegar a uma conclusão: para nós, em comum acordo, o filme focou muito mais em Peter Parker enquanto personagem e não propriamente dito no homem aranha justamente por essa ansiedade e prematuridade para lidar não só com os vilões, mas para aprender a lidar com o ego e com a responsabilidade, parece que ele estava se descobrindo como herói sem deixar de ser o Peter.


Show de interpretação e efeitos especiais no filme, uma composição de elenco genial e bem caracterizada para compor esse universo jovem, além de Peter, o amigo Ned, que merece um destaque aqui, ele protagonizou não só as cenas mais engraçadas, mas também teve papel fundamental para Peter, como “nerd da cadeira” e mais ainda como amigo.

As piadas prontas e as surpresas nos momentos certos me colocaram vidrada na tela, o que foi surpreendente, pois como já disse não sou de acompanhar o universo Marvel e esse nem é meu tipo de filme favorito. Aliás, o que dizer do pós crédito? Sem comentários!

Então fica a dica para você que ama ou não o universo Marvel, mas que quer um filme para divertir pode anotar e procurar a sessão de Homem aranha: de Volta ao Lar e curtir!

Trailer:


quinta-feira, 25 de maio de 2017

E eu assisti... A cabana



Demorou, mas finalmente fui ao cinema ver o filme A cabana, produzido pelo estúdio Paris filmes e dirigido por Stuart Hazeldine, o longa adaptado do livro de William P. Young  conta a história de Mack, um homem que vive atormentado pela culpa e raiva após o desaparecimento e morte da filha caçula, Missy de apenas 5 anos. A perda de Missy o devastou e deixou marcas na família toda.

Descrente de Deus e de tudo mais, Mack recebe um convite, uma carta deixada em sua caixa de correio para se encontrar com “Papai”, apelido que sua esposa Nan usa para designar Deus. O local escolhido não poderia ser mais doloroso para Mack quanto a cabana, a cabana em que confirmou-se a morte de Missy.
Atormentado e com sede de vingança Mack parte para o encontro e “dá de cara” com ninguém menos que Deus, Jesus e o Espírito Santo, aqui protagonizados por uma mulher (Octavia Spencer), um carpinteiro (Avraham Aviv Alush) e uma oriental (Sumire Matsubara). Cada um deles tem algo a ensiná-lo sobre fé, perdão e amor.
 
Assim como Mack, em muitas vezes nos distanciamos de Deus por nos consideramos injustiçados e por não entendermos os desígnios do Senhor ou o porquê de nossas provações, criamos dentro de nós um sentimento de traição e mágoa que nos corrompe, traz a Grande Tristeza como o filme trata e em uma linguagem sensível e condensada “A cabana” nos faz o resgate da fé.

Tratando de temas particularmente difíceis e dolorosos, o filme não tem apelo religioso, ele tem um apelo de fé, de entendimento, de busca pela compreensão. De forma bem leve e descontraída, incluindo a desconstrução de Deus, o filme explica o regimento da fé e qual a importância da crença na vida humana.


Cheio de momentos emocionantes e consequentemente de lágrimas, A cabana foi um filme que me despertou emoções, me fez parar e pensar em minhas atitudes, julgamentos e por que não falar também na minha própria briga com Deus e com a fé, todos temos nossos momentos de frustração e dor, mas é importante estar aberto para curar essa dor e não deixar que ela te sugue.


 Claro que nem sempre é fácil encontrar resiliência e entendimento quando estamos em sofrimento, mas como em todo o momento o filme passa a mensagem, você não esta sozinho em sua dor, nem em sua alegria, nem em seus momentos de maior desespero, sempre há um Deus de bondade e amor ao seu lado, sofrendo e se alegrando contigo.

sexta-feira, 16 de dezembro de 2016

[Divulgando] Estreias Cinematográficas- Dezembro



Queridos, não sou muito de falar de filmes aqui no blog, mas neste mês de dezembro duas histórias que me conquistaram e que merecem destaque. 

Primeiro quero que conheçam a história de James e seu Bob, dois amigos, homem e gato que juntos construíram uma relação de afeto que vence as adversidades.


Sinopse
Enquanto trabalhadores lotam as ruas de Covent Garden, em Londres, um simpático gatinho laranja chama a atenção da multidão. Com um vistoso lenço em volta do pescoço, Bob, como é chamado, vive com James Bowen (Luke Treadaway), que toca música pela cidade com seu violão surrado. Mais do que um companheiro de rua, Bob é protagonista da história de superação e da luta contra as drogas de seu dono.
Baseado em fatos reais.

 Vale lembrar que a história de Bob ganhou as páginas de três livros lançados pela Novo Conceito.
O filme estreia no dia 29 de dezembro. Aguardando ansiosamente!!!!

Trailer 



Já um pouquinho mais cedo, no dia 22 chega as telonas Sing; quem canta seus males espanta, uma animação gracinha!


Sinopse
Um empolgado coala chamado Buster decide criar uma competição de canto para aumentar os rendimentos de seu antigo teatro. A disputa movimenta o mundo animal e promove a revelação de diversos talentos da cidade, todos de olho nos 15 minutos de fama e US$ 100 mil dólares de prêmio.

Além de nomes de peso como dubladores, tanto na versão americana quanto brasileira e uma seleção de músicas pra lá de boas o fato de animais terem a postura humana me agrada bastante e, aliás, sou fã de animações, então já quero assistir!




Trailer 



Espero que tenham curtido essas duas dicas de filmes e que também recheiem o seu final de ano com idas ao cinema que é tudo de bom.